O que acharam do meu blogs?

Aos meus amigos

Sabendo que a nossa vida é por um tempo, é passageira; quero aqui declarar que umas das melhores e grandes coisas que pude receber e manter sempre viva, sempre acesa é e sempre será a amizade dos meus amigos. Este blogs tem como objetivo levar a todos amigos e amigas que a ele visitarem, sempre, uma palavra, uma ideia e um motivo de encontrarem respostas para suas inspirações, meditações e crescimento na fé.

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domingo, 17 de fevereiro de 2019

O SOL.

O SOL

Rasgam-se as nuvens no céu estrelado,
invade-se a vontade de gritar,
o Sol mantém-se ao longe... calado,
ouvindo o som do belo luar.

A fada desperta do sono encantado,
com a sua harpa de sonho a tocar,
o sol dormindo... sonha deleitado,
vislumbrando ao longe um novo acordar

Surge então um novo céu... a nevar
de noite e durante a madrugada,
O sol mantém-se coberto a sonhar
com estrelas e com a sua amada...

Ouve-se ao longe um galo a cantar,
adivinha-se o nascer de um novo dia,
A lua vai-se embora a chorar,
mas o Sol... desperta com alegria.

A lua adormece por fim.
Mas o Sol nada leva a mal,
pois ama a Lua tanto assim,
que voltará a encontrá-la 
num sonho de Natal...

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

HOJE É SÁBADO

HOJE É SÁBADO

Hoje é sábado, amanhã é domingo 
A vida vem em ondas, como o mar 
Os bondes andam em cima dos trilhos 
E Nosso Senhor Jesus Cristo 
morreu na cruz para nos salvar. 
 

Hoje é sábado, amanhã é domingo 
Não há nada como o tempo para passar 
Foi muita bondade de 
Nosso Senhor Jesus Cristo 
Mas por via das dúvidas 
livrai-nos meu Deus de todo mal. 


Hoje é sábado, amanhã é domingo 
Amanhã não gosta de ver ninguém bem 
Hoje é que é o dia do presente 
O dia é sábado. 
 

Impossível fugir a essa dura realidade 
Neste momento todos os bares 
estão repletos de homens vazios 
Todos os namorados estão 
de mãos entrelaçadas 
Todos os maridos estão 
funcionando regularmente 
Todas as mulheres estão atentas 
Porque hoje é sábado.
 

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Autor desconhecido

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

CRUZ QUE CARREGO.

CRUZ QUE CARREGO.

Sonhar não custa nada
Aqui nesta madrugada
Somos dois a meditar.
Eu com meu travesseiro.
Lembrando de uma pessoa
Que lá atrás fui deixar.

Lágrimas me vão chegando
No meu coração encharcando
Sem o meu rosto molhar,
Lá dentro do meu ser sofrido.
Só não sei se ainda mereço
A tanta dor suportar.

Palavra bem desenhada
Na gramática elaborada
Que tem nome de verdade.
Nunca pude imaginar
Que meu corpo envelhecido
Ainda sentisse saudade.

Sonho ainda com pessoa
Que em mim ainda ressoa
Um nome que nunca esqueço.
Tudo passou tão de repente
Que até fico a imaginar
Se viver ainda mereço.

Caminho sobre uma estrada
De sonho bem elaborada
Sem consultar o meu ego.
Em cada dia vou vivendo
Sem preocupar-me com o peso
Da grande cruz que carrego.

Não dou-me por vencido
Não sou um desiludido
Que dá a mão à palmatória.
Confiando nas bênçãos dos céus
Em cada um dos dias que passam
Vou contando a minha história.
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Erleu Fernandes - 13/2/19

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

FOGO QUE NÃO DEIXA CINZAS!

FOGO QUE NÃOI DEIXA CINZAS!

Há um fogo
Que inflama na água, Há um fogo
Que consome o vento,
Há um fogo
Que purifica a carne,
Há um fogo Que alimenta a alma,
Há um fogo
Que não deixa brasas,
Há um fogo
Que não deixa cinzas,
Há um fogo
Que só valentes têm A coragem de entrar. Os covardes?
Permanecem na escuridão!

sábado, 9 de fevereiro de 2019

O CHAMADO...

O CHAMADO 

Os meus olhos verdes
Diante do espelho azularam,
Os meus cabelos grisalhos,
Não tão brancos, 
embranqueceram.

Todos os meus músculos enrijeceram 
E ao passado retornei,
Com os meus olhos verdes e
Os meus cabelos grisalhos.

Dentro de mim uma voz:
Ela está lhe chamando,
Vá ao encontro dela.
E uma presença suave,
Que foi pesando sobre
Os meus cansados passos,
Reforçava o incômodo,
O convite, o chamado.
Não suportei e parti.

Andei léguas a procura
Da matriarca esmorecida.
O meu desespero confundia-se
Com a dor gritante da desistência

Que se chocou com a dormência
De um corpo atribulado.
E quando pensei em desistir,
Fui conduzido à anfitriã,
Que me ensinou o caminho.

E os meus  olhos verdes
Avistaram a matriarca,
Os meus braços pesados,
Sem forças, sem calor,
Abraçaram a matriarca.

Bem longe de como deveria
O neto abraçar a sua avó.
Ainda os meus olhos verdes
Procuraram os olhos da matriarca,
Que meio ressabiados,
Totalmente envergonhados,

Desbotaram-se ao chão.
Olhos que, luas depois,
Apagaram-se, encerraram
Um longo caminho
De uma vida enfim.