ENTÃO É NATAL.
Então é natal,
e o que você fez?
O ano termina,
e nasce outra vez.Então é natal,
a festa Cristã.Do velho e do novo,
do amor como um todo.Então bom natal,
e um ano novo também.Que seja feliz quem,
souber o que é o bem.
Então é natal,
pro enfermo e pro são.Pro rico e pro pobre,
num só coração.
Então bom natal,
pro branco e pro negro.Amarelo e vermelho,
pra paz afinal.Então bom natal,
e um ano novo também.Que seja feliz quem,
souber o que é o bem.
Então é natal,
e o que a gente fez?O ano termina,
e começa outra vez.E entao é natal,
a festa Cristã.Do velho e do novo,
o amor como um todo.
Então bom natal,
e um ano novo também.Que seja feliz quem,
souber o que é o bem.
Harehama, Há quem ama.Harehama, ha...
Então é natal,
e o que você fez?O ano termina,
e nasce outra vez.Hiroshima,
Nagasaki,
Mururoa ...
domingo, 24 de dezembro de 2017
sábado, 16 de dezembro de 2017
A ESPERANÇA
A ESPERANÇA.
A Esperança
não murcha,
ela não cansa,
Também como ela
Também como ela
não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos
Vão-se sonhos
nas asas da Descrença,
Voltam sonhos
Voltam sonhos
nas asas da Esperança.
Muita gente infeliz
assim não pensa;
No entanto o mundo
No entanto o mundo
é uma ilusão completa,
E não é a Esperança
E não é a Esperança
por sentença
este laço
este laço
que ao mundo
nos manieta?
Mocidade,
portanto,
ergue o teu grito;
sirva-te a crença
sirva-te a crença
de fanal bendito,
Salve-te à glória!
Salve-te à glória!
No futuro – avança!
E eu,
que vivo atrelado
ao desalento;
também espero
também espero
o fim do meu tormento,
Na voz da morte
Na voz da morte
a me bradar:
descansa!
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
FIM DE UM GRANDE AMOR
FIM DE UM GRANDE AMOR.
(Erleu Fernandes – 26/11/17)
Mesmo perto
sinto-me distante
E no meu olhar
de enamorado
e de amante
Ponho-me a pensar.
Sim,
Ponho-me a pensar
Onde foi que erramos
E distraidamente
deixamos.
O nosso amor
se acabar?
Lindos momentos
vem-me à lembrança.
Caminhávamos felizes
como duas crianças
Já que nada
nos preocupava.
Caminhávamos
descalços,
pela estrada
Sorríamos,
dando doces
gargalhadas
Viver
o nosso amor
é o que nos
importava.
Mas o tempo
foi passando
E a gente
foi-se distanciando
Deixando esfriar
um amor tão bonito.
E hoje,
o que somos
em nossa estrada?
Duas almas soltas,
desgarradas
Vivendo
só de lembranças
Com o olhar distante,
no infinito.
Como
numa via férrea
Em seus trilhos,
Perdemos
o nosso brilho
Sem mais forças
para amar.
Caminhamos
lado a lado
Mas sempre
separados.
Sem nunca
mais nos tocar.
Sim,
minha doce colibrí
De sua vida eu saí
Somos hoje
somente
tristeza e dor.
O que resta
de nós dois
É o somente
tudo que foi
O fim
de um grande
amor.
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
Erleu Fernandes
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
A PRAIA.
A PRAIA
Ondas...
Vento...
Sol...
Corpos inertes na
areia.
É a praia mareada,
Que sem saber de
nada,
Se doa à terapia,
Daqueles que a ela
buscam,
A fim de curar seus
males.
Crianças...
Risos...
Baldinhos...
Castelos feitos na
areia.
Toalhas estendidas,
Reunião de muitas
vidas
Usando as graças do
céu,
Nos raios quentes
do sol,
Tirando brancura da
pele.
Cadeiras...
Bolas...
Jogo de fresco-bol.
Corpos
que
exercitando,
Nadando,
Correndo,
Jogando.
Aos poucos
vão
percebendo
Que os males
dantes
sofridos
Ficam no mar
sepultado.
,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,,
Erleu Fernandes
sábado, 9 de dezembro de 2017
CADÊ A DEMOCRACIA?
CADÊ A DEMOCRACIA ?
28/ 12/ 1990)
Penso muito forte,
Só nas vidas
De lacunas perdidas,
Vazias.
Desprovidas
De qualquer motivação,
Que fomente
Em toda gente
Razão e força,
Para juntos,
Sairmos desta situação.
E o salário?
Muito baixo!
Mas se me rebaixo
Será bem menor.
Doloroso!
Indecoroso!
Muito pior que antes.
Se preciso for
Morreremos por amor
Em defender o direito
Do pobre trabalhador.
É possível,
Sem luta,
Sem força bruta,
Mudar o que está errado?
Cadê a democracia,
Que mais parece utopia?
Tudo o que foi prometido
Parece ainda escondido,
Indiferente,
Sem tom de verdade!
O que vemos é um povo
Ainda sem liberdade
Mesmo tendo elegido
Seu atual presidente.
E os cristãos?
E as orações?
E as penitências?
Nada vencerá a indiferença
Dos nossos governantes!
A nossa esperança é Deus
Para os dias do futuro!
De um povo feliz e consciente
Que lutou e conquistou
Um novo lugar ao sol
Sem tatear no escuro.
..........................
Ofereço ao trabalhador brasileiro
domingo, 3 de dezembro de 2017
CABELOS COR DE PRATA
CABELOS COR DE PRATA
Silvio Caldas
Meus cabelos cor-de-prata
são beijos de serenata
que a lua mandou pra mim.
Os meus cabelos grisalhos
são pingos brancos de orvalho
num tinteiro de nanquim.
Estes meus cabelos brancos
que hoje são da cor dos bancos
solitários de um jardim,
já sentiram muitos dedos
e ouviram muitos segredos
que elas contavam pra mim.
Se hoje, estão desbotados
é porque foram beijados
com muito amor e emoção
E os beijos foram tão puros
que os meus cabelos escuros
estão da cor do algodão.
Eu fiz tanta serenata
que a lua, desfeita em prata,
mandou mil beijos pra mim.
E os beijos foram tão puros
que os meus cabelos escuros
ficaram brancos... assim!
..........................................
Assim descrevo a minha vida
ao completar meus 72 anos,
em 24/8/2017.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
NÃO DA MAIS PARA VOLTAR
NÃO DÁ MAIS PARA VOLTAR.
(Erleu Fernandes -
(Erleu Fernandes -
CTBA - 23/11/13)
Há momentos
que certas verdades
voltam à nós!
E chegam impactantes,
dolorosas
e mexem demais
Há momentos
que certas verdades
voltam à nós!
E chegam impactantes,
dolorosas
e mexem demais
com a gente,
Seja na jovem
ou na nossa maior idade.
Isso, me faz recordar
de um hino da R.C.C.
Seja na jovem
ou na nossa maior idade.
Isso, me faz recordar
de um hino da R.C.C.
que diz:
"Não dá mais pra voltar/
O barco está em alto mar..."
Por isso é
"Não dá mais pra voltar/
O barco está em alto mar..."
Por isso é
que essas lembranças,
que moram dentro de nós,
acabam por machucar;
por que são irreparáveis
para alguns
que moram dentro de nós,
acabam por machucar;
por que são irreparáveis
para alguns
ou para muitos.
O que nos resta?
Sim, é verdade!
O que nos resta,
É sorrir
Ou então
chorar!
O que nos resta?
Sim, é verdade!
O que nos resta,
É sorrir
Ou então
chorar!
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