O que acharam do meu blogs?

Aos meus amigos

Sabendo que a nossa vida é por um tempo, é passageira; quero aqui declarar que umas das melhores e grandes coisas que pude receber e manter sempre viva, sempre acesa é e sempre será a amizade dos meus amigos. Este blogs tem como objetivo levar a todos amigos e amigas que a ele visitarem, sempre, uma palavra, uma ideia e um motivo de encontrarem respostas para suas inspirações, meditações e crescimento na fé.

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sábado, 16 de maio de 2020

NÃO DEIXA (Hino: composição do Erleu).

NÃO DEIXA.

Não deixa / 
Que o inimigo sinta
Que você está com medo!
Não deixa / 
Que o inimigo sinta
Que você se desviou.
Dobre seus joelhos 
no chão
Você não é um vencido
Muitos piores que você
O senhor já levantou.

Levanta os olhos / 
E olhes para o céu.
Lá está Deus / 
Que te ama e te criou.
Mandou à terra / 
Seu Filho morrer por nós
Jesus Cristo / 
É o nosso Salvador.

Não te envergonhes
De louvar o teu Senhor
Em cada dia
Ame mais o teu irmão!
Viva alegre
Leia sempre a Palavra
Em obediência
E sem murmuração. ( Ref.)

sexta-feira, 15 de maio de 2020

PROVERÁ. (Poesia do Erleu)

PROVERÁ.

Proverá / Vai encher nossas medidas
Transbordando em nossas vidas
Suas graças copiosas. / Desde o dia
Em que aos seus pés sentamos
Seus conselhos escutarmos. / 
Doces palavras ditosas.

Proverá. / Ao nosso ser já imperfeito
Dos pecados e defeitos / 
Que o mundo nos ofertou.
Cristo vai / 
Limpará ossos corações
Das mágoas e confusões / 
Que tanto nos machucou!


Confiar / Que somente 
o que plantamos
No seu tempo colheremos / 
Lado a lado com os irmãos.
Proverá / 
O senhor nos proverá
E nada nos faltará / 
Rumo à nossa salvação.

Oações. / Obediências e jejuns
Junto ao Senhor da glória
Mudaremos nossa história / 
Tendo paz sem sentir dor.
Deus nosso Pai / 
Em seu tempo mostrará
Alegria, gozo e paz / 
Na presença de Jesus.

quinta-feira, 14 de maio de 2020

ESTAR NO MUNDO (Poema).

ESTAR NO MUNDO.

Ao corpo colados a silenciosas 
colunas de sal pavimentados eis os muros 
paralelos eis as rápidas deformações da 
linguagem (cálido ascetismo) 
de quem arde por dentro — estar no mundo 
é teu caminho estar na cólera 
lavrada 
e sobre si mesma dobrada e a guerra 
mastigar a morte seca a subalimentada 
explosão do corpo deformações suicídio 
quotidiano — tal a poesia 
se reflecte na luz a erosão do poema 
o apodrece e movimenta— cinza mineral 
entre restos de música e pão.

quarta-feira, 13 de maio de 2020

E O VENTO LEVOU (Poesia)

E O VENTO LEVOU.
Girando, girando foi o nosso  amor.
Como fiapos  de nuvens brancas
foi girando, girando, à deriva, pelos ares,
 levado  pelo vento, tristemente,
apagando as  palavras sem nexo,
deixando  a mágoa, tatuagem n’alma,
esquecendo as  falsas juras
de amor eterno ...
Beijos fingidos, lágrimas  contidas.
Palavras  atiradas ao vento,
migalhas de sonho, restos de lembranças...
Resina de saliva, sal cristalizado
que se diluem  n’água...
O  nosso amor, o vento levou...
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Postado por: Antônio.


terça-feira, 12 de maio de 2020

O QUE É QUE EU FAÇO?

O QUE É QUE EU FAÇO?
O que eu faço, faço de teimosa.
Esse adjetivo, a mim atribuído,
em nada altera a rotina dos meus dias.
Às vezes, acho o mundo pequeno 
e a vida curta demais.
Ando sempre apressada, 
correndo de um canto ao outro,
mas os dias passam, as horas voam, 
atropelo o tempo e não faço nada.
Ninguém sabe, 
nem eu mesma compreendo
O ser que eu sou, bicho teimoso, 
animal indomável.
Ando por aí, entre as multidões, 
levo fardos,
 escalo montes, insisto em mudar, 
mas não tem jeito.
Sou mulher pacata, desconfiada, 
falo pouco, mas falo.
Gosto de tudo ali, pingo por pingo,
letra por letra, palavra por palavra,
e sem perder nenhuma vírgula,
acento e ponto final.
Mas isso, dizem alguns: 
é coisa muito antiga.
Palavras, hoje, 
têm  pouco significado.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

ESTAR NO MUNDO...

Estar no Mundo

Ao corpo colados a silenciosas 
colunas de sal pavimentados eis os muros 
paralelos eis as rápidas deformações da 
linguagem (cálido ascetismo) 
de quem arde por dentro — estar no mundo 
é teu caminho estar na cólera 
lavrada 
e sobre si mesma dobrada e a guerra 
mastigar a morte seca a subalimentada 
explosão do corpo deformações suicídio 
quotidiano — tal a poesia 
se reflecte na luz a erosão do poema 
o apodrece e movimenta— cinza mineral 
entre restos de música e pão

domingo, 10 de maio de 2020

HOMENAGEM ÀS MÃES.

Poemas e poesias para o Dia das Mães
Foto: depositphotos

HOMENAGEM ÀS MÃES.

Mãe, amor sincero 
sem exagero.
Maior que o teu amor, 
só o amor de Deus…
És uma árvore fecunda, 
que germina um novo ser.
Teus filhos, mais que frutos, 
ão parte de você…
És capaz de doar 
a própria vida para salva-los.
E muito não te valorizam…
Quando crescem, de te esquecem.
São poucos, os que reconhecem…
MMãe, Deus nunca lhe esquecerá.
E abençoará tudo 
que fizerdes aos seus…
Peço ao Pai Criador 
que abençoe você.
Um filho precisa ver o risco 
que é ser mãe…
Tudo é cirurgia, mas ela aceita 
com alegria.
O filho que vai nascer…
Obrigado é muito pouco, 
presente não é tudo.
Mas, o reconhecimento, isso! 
Sim, é pra valer…
Meus sinceros agradecimentos 
por este momento.
Maio, mês referente às mães, 
embora é bom lembrar…
Dia das mães, 
que alegria é todo dia.
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(J.Bernard)