O que acharam do meu blogs?

Aos meus amigos

Sabendo que a nossa vida é por um tempo, é passageira; quero aqui declarar que umas das melhores e grandes coisas que pude receber e manter sempre viva, sempre acesa é e sempre será a amizade dos meus amigos. Este blogs tem como objetivo levar a todos amigos e amigas que a ele visitarem, sempre, uma palavra, uma ideia e um motivo de encontrarem respostas para suas inspirações, meditações e crescimento na fé.

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sexta-feira, 6 de maio de 2016

MÃE AMOROSA.

MÃE AMOROZA.
(Autor: Silveira).

Você já sabe
Qual o nome 
que eu adoro.
De quem no mundo
Tenho orgulho 
em dizer.
É o nome
da nossa 
velha mãezinha.
Porque ela é a razão
De nós viver.

Se ela é rica
Ela tem 
todo conforto.
Mas se ela é pobre
Muitas vezes
vai sofrer.
Ela faz 
todo trabalho
E não reclama.
E tem orgulho
Em ver o seus
filhos crescer.

E depois
Que seus filhos
Estão criados.
Vem o destino
E a felicidade
Interceder.
Uns se casam
E outros 
vão para longe.
Deixando sempre
Seu coração a doer.
Entre soluços
Ela se fecha 
num quarto
E seu consolo
É suas lágrimas 
correr.

Como é bonito
Chamar o 
nome de mãe.
Tão satisfeita
Ela vem 
nos atender.
É como venerar
Nossa Senhora.
Que está nos céus
Para sempre 
nos valer.
Desprezá-la
É causar
Contrariedade.
Esse pecado
Não levo
Quando eu morrer.
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(Blog O Ponto do Poema)

É COMO UMA FLOR.

É COMO UMA FLOR

Eu nunca imaginei
Que fosse assim
Um sentimento
tão puro,
O que sentimos
um pelo outro.
Que no tempo
perduraria
E que ainda teria
O seu amor
Somente para mim.

Foram meses
Cortando os anos
Sem brigas
E nem desenganos.
Juntos assim ficamos
Sem sofrimento 
e nem dor.
Esse lindo sentimento
Que une eternamente
As pessoas.
Não existe outro nome.
Só podemos sem erro
E sombras de dúvidas dizer
Que o nome disso é amor.

Tão veloz
que corre o vento
Sempre sozinho.
E ainda só
Volta soprando.
Mas,
O amor
que a gente sente,
Juntinhos,
nele trilhando.
Nos deixa sempre
A alegria do reencontro
É como uma flor
Que nunca murcha
E está sempre
nos perfumando.
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Poesias do Erleu Fernandes

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Nosso Juramento.

NOSSO JURAMENTO
Autor: Gilliard

Não posso ver-te triste 
porque me mata
O teu semblante infeliz
meu doce amor
Me causa pena o pranto
que tu derramas
E se enche de angústia 
meu coração.

Eu sofro mais que tudo 
se te entristeces
Não quero 
que a incerteza 
te faça chorar!
Nós dois amor juramos 
eternamente
E se os mortos amam
depois da morte 
amamos mais

Se eu morrer primeiro
tu me prometes
Sobre o meu peito inerte 
deixar cair
Todo pranto que mostra 
tua tristeza
Para que todos saibam 
do teu querer

Se morreres primeiro 
eu te prometo
Escreverei a história 
do nosso amor
Com minha alma 
cheia de sentimento
Escreverei com sangue
com tinta sangue 
do coração.
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O Ponto do Poema.

domingo, 1 de maio de 2016

TE AMAR

TE AMAR...
Te encontrar 
mais uma vez;
Para poder 
dos teus beijos provar;
O nosso amor é assim 
tão forte e intenso;
Mais que tudo 
o que eu vejo e sinto.
Meu amor 
és meu único amor;
E sei que sem ti 
não posso viver;
Esse amor 
me traz a dor 
e o sofrimento;
Mas sem você 
eu sei que cairei 
no esquecimento.
Meu amor;
É com você que quero 
passar os meus dias;
Encontrar a verdadeira 
felicidade;
É você;
Que eu amo 
e não há tempo 
nem espaço
que possa 
matar esse amor.
Nossos sentimentos 
se encontram;
Minha felicidade é você;
E esse amor 
é o que tenho para viver;
Sou apenas 
uma alma 
apaixonada por você.
Quero te amar 
a vida inteira;
Ter você em meus braços;
Te amar com intensidade;
Ter a felicidade
.

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Aurtor desconhecido
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Blog O ponto do Poema
Do Erleu Fernandes.

sábado, 30 de abril de 2016

CANTO DE MIM MESMO.

SINTAM A MAGIA
DESTE POEMA DE WHITMAN,

CANTO DE MIM MESMO.

Quanto a ti, MORTE,
e teu, amargo abraço
de mortalidade,
é inútil tentarem me alarmar. 
E quanto a ti, CADÁVER,
eu te considero bom adubo,
e isso não me choca,

Pois sinto
a fragrância doce
das rosas brancas crescendo;
Eu toco seus lábios de pétalas
e acaricio
os seios polidos dos melões. 

E quanto a ti, VIDA,
eu acho que és
o remanescente
de muitas mortes
(sem dúvida eu mesmo
já morri dez mil vezes antes).

Eu vos ouço sussurrar,
Oh, estrelas dos céus,
Oh, sóis,
Oh, grama das sepulturas,
Oh, perpétuas
transmutações e promoções,
se vós não dizeis nada,
como posso eu
dizer alguma coisa?

Eu me elevo da lua,
eu me elevo da noite,
 eu me lego ao pó
para nascer
da grama que eu amo.

Se me quiseres,
procura-me
debaixo da sola
das tuas botas,
tu mal saberás
quem eu sou,
ou o que significo;
contudo,
eu te farei bem,
e filtrarei
e darei fibra ao teu sangue. 
Se, a princípio,
nos desencontrarmos,
não desanimes.
Se não me achares aqui,
procura-me ali;
em algum lugar
estarei esperando por ti.
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(Walt Whitman)

Colaboração,
do meu amigo: 
Paulo Orlando
De Cabo Frio - RJ.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

UM MINUTO PARA MIM!

UM MINUTO PARA MIM!
Que tortura!
Te ver,
Te sentir,
Te tocar.
Sem poder mostrar
Com clareza.
Que a causa
Da minha tristeza,
É...
Te ver,
Te sentir,
Te tocar.
Sabendo.
Que o grande 
amor que sinto,
Que queima,
Que machuca,
Que corrói,
Jamais poderei declarar.
Já que nada existe,
No mar,
No ar,
Na natureza enfim,
Pra fazer com que eu tenha
O seu amor,
Nem que seja,

Só um minuto pra mim.

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Blog o Ponto do Poema 
do Erleu Fernandes.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

O MILAGRE DO LADRÃO

O MILAGRE DO LADRÃO.

(Zilo e Zalo)

Um inocente com seis anos de idade
Triste vivia por não poder caminhar
Sempre sentado numa cadeira de rodas
Olhava triste seus amiguinhos brincar
Sua mãezinha muito pobre lhe dizia
Todas as noites na hora de se deitar
Filho querido você vai ficar curado
Nosso Senhor um dia vem pra lhe curar

O inocente todo cheio de esperança
Pra sua mãe dizia cheio de fé
Se é verdade que Jesus vem me curar
Quero saber então que jeito que ele é
Sua mãezinha entre soluços respondia
Com o seu rosto todo banhado em pranto
Nosso Senhor é um velhinho muito pobre
Barba comprida e cabelo muito branco

Em uma noite muito fria e chuvosa
De tempestade e de grande escuridão
Pela janela do quarto do menino
Naquele instante foi entrando um ladrão
O inocente vendo aquele homem barbudo
Já levantou-se, foi tão grande a sua fé
Pensou que Deus tinha ido lhe curar,
Saiu andando ajoelhou-se aos seus pés

"Senhor do céu, eu lhe agradeço imensamente.
Mamãe falou que você vinha me curar,
Muito obrigado. Fiquei bom, já estou andando,
Com meus amigos amanhã posso brincar.
Não vá embora, fica um pouco mais comigo.
Todas as noites mamãe me ensina rezar.
Senta comigo, minha cama é bem grandinha.
Seu rosto lindo eu agora vou beijar"

Ao receber aquele beijo inocente
Aquele homem de remorso estremeceu
Saiu andando com os olhos rasos d'água
Aquela cena toda ele compreendeu
A consciência lhe doeu naquele instante
Foi se afastando parecendo uma visão
O inocente no momento foi curado
Sem perceber, que era o milagre de um ladrão


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